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Clemente XIV e a supressão da Companhia de Jesus - O Recolhedor

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Clemente XIV e a supressão da Companhia de Jesus - O Recolhedor

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このページは、カールス・アルベルト・ディサンドロによる、教皇クレメンテ14世がイエズス会を抑圧した理由を分析した内容です。ディサンドロは、イエズス会が教会と西洋の精神的退行の中心的な要因であるとし、伝統的な価値観を損ない、現代的・合理主義的な姿勢を取ることを批判しています。彼は教皇の1773年の布告によってイエズス会が消滅したことが正当であると主張し、道徳的堕落と教義の逸脱を理由に挙げています。逆に1814年のピウス7世によるイエズス会の復活は歴史的な偽装であり、現代の進歩主義を助長したと批判。また、イエズス会によるカトリックのユダヤ化・タルムード化も指摘し、現代の教会危機と合議制のエキュメニズムはこの流れから生じていると述べ、新たな厳格な教皇の行動が必要だと結論づけています。

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このページは、カーロス・アルベルト・ディサンドロによる、教会の霊的退行に関与したイエズス会の役割についての分析を提供しています。彼は、教皇クレメンス14世が1773年に発表した布告「ドミヌス・アク・レデンプトール」によってこの秩序が解散されたことを正当化し、教義の重大な逸脱や道徳的怠慢、教皇や大学との対立を指摘しています。ディサンドロは、1814年にピオ7世によるイエズス会の「復活」を歴史的な偽造と呼び、現代の進歩主義を推進する要因であると批判しています。また、イエズス会が促進したカトリック教会のユダヤ化についても言及し、現在の教会の危機と合一運動はこの過程から生じていると主張しています。

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Quanto aos teólogos, doutores e espíritos clarividentes que combateram a Companhia antes de sua extinção em 1773, convém recordar a figura de Melchor Cano, O.P. , teólogo de Carlos V, enviado por este ao Concílio de Trento, onde enfrentou em memoráveis deb ates o quase – pelagianismo dos jesuítas Salmerón e Laínez. O pontífice Júlio III concedeu a Melchor Cano o título de theologus praestantissimus e o nomeou bispo das Canárias, em parte para apaziguar as ardentes controvérsias entre dominicanos e jesuítas, que constituíram para a Espanha uma danosa polaridade dialética, instigada pela Companhia. Já nos primeiros debates do Concílio, Cano havia adve rtido a discrepância dos jesuítas com Santo Tomás e seus sucessores (os escolásticos tardios) e observara, a propósito da doutrina da graça, uma perigosa inclinação jesuítica a uma espécie de naturalismo neopelagiano. Tais advertências de Cano e de outros não tiveram nenhum efeito. Os pensadores da Companhia enveredaram por esse caminho destrutivo, que frutificaria pouco depois em doutrinas como o “molinismo” e outras.

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Quanto aos teólogos, doutores e espíritos clarividentes que combateram a Companhia antes de sua extinção em 1773, convém recordar a figura de Melchor Cano, O.P., teólogo de Carlos V, enviado por este ao Concílio de Trento, onde enfrentou em memoráveis debates o quase-pelagianismo dos jesuítas Salmerón e Laínez. O pontífice Júlio III concedeu a Melchor Cano o título de theologus praestantissimus e o nomeou bispo das Canárias, em parte para apaziguar as ardentes controvérsias entre dominicanos e jesuítas, que constituíram para a Espanha uma danosa polaridade dialética, instigada pela Companhia. Já nos primeiros debates do Concílio, Cano havia advertido a discrepância dos jesuítas com Santo Tomás e seus sucessores (os escolásticos tardios) e observara, a propósito da doutrina da graça, uma perigosa inclinação jesuítica a uma espécie de naturalismo neopelagiano. Tais advertências de Cano e de outros não tiveram nenhum efeito. Os pensadores da Companhia enveredaram por esse caminho destrutivo, que frutificaria pouco depois em doutrinas como o “molinismo” e outras.
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Passa Clemente XIV a descrever as queixas e acusações contra a Companhia de Jesus e os remédios que se imaginaram para silenciá-las e solucioná-las. São estes os §§18–23, modelo de sobriedade, profundidade trágica e decisão. Poucos documentos disciplinares e imperativos da Sé Romana têm a severidade e moderação destas linhas incisivas, que seguem acusando a Companhia de Jesus com a nitidez e contundência de um juízo inquestionável. O Pontífice enumera os primeiros pontífices que tiveram de atender a essas graves queixas: inicia a lista nada menos que Paulo IV, que, ao que parece, esteve a pontode extingui-la quando ainda não tinha vinte anos de existência . Detém-se especialmente nas medidas de Sisto V, em cujo reinado se produziu a crise entre a Companhia e Filipe II. O Papa Sisto V tomou as primeiras medidas, convencido, diz Clemente XIV, das razões do rei espanhol (§19), parágrafo que os historiadores oficiais da Ordem (como já dissemos) distorcem e traduzem mal. Eis uma lista sumária dessas acusações: immoderata privilegia , forma regiminis (“imoderados privilégios, forma de governo”) (§18); doctrina societatis quam fidei veluti ortodoxae bonisque moribus repugnantem plurimi traduxerunt; nimia potissimum terrenorum bonorum cupiditas (“a doutrina da sociedade, que muitos denunciaram como repugnante à fé ortodoxa e à boa moral; sobretudo a excessiva cobiça por bens terrenos”) (§20), e grande parte do §21, que convém destacar aqui (e sobre o qual os jesuítas e pró-jesuítas guardam absoluto silêncio). O leitor deve percorrer com máxima atenção estes textos.

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Passa Clemente XIV a descrever as queixas e acusações contra a Companhia de Jesus e os remédios que se imaginaram para silenciá-las e solucioná-las. São estes os §§18–23, modelo de sobriedade, profundidade trágica e decisão. Poucos documentos disciplinares e imperativos da Sé Romana têm a severidade e moderação destas linhas incisivas, que seguem acusando a Companhia de Jesus com a nitidez e contundência de um juízo inquestionável. O Pontífice enumera os primeiros pontífices que tiveram de atender a essas graves queixas: inicia a lista nada menos que Paulo IV, que, ao que parece, esteve a ponto de extingui-la quando ainda não tinha vinte anos de existência . Detém-se especialmente nas medidas de Sisto V, em cujo reinado se produziu a crise entre a Companhia e Filipe II. O Papa Sisto V tomou as primeiras medidas, convencido, diz Clemente XIV, das razões do rei espanhol (§19), parágrafo que os historiadores oficiais da Ordem (como já dissemos) distorcem e traduzem mal. Eis uma lista sumária dessas acusações: immoderata privilegia , forma regiminis (“imoderados privilégios, forma de governo”) (§18); doctrina societatis quam fidei veluti ortodoxae bonisque moribus repugnantem plurimi traduxerunt; nimia potissimum terrenorum bonorum cupiditas (“a doutrina da sociedade, que muitos denunciaram como repugnante à fé ortodoxa e à boa moral; sobretudo a excessiva cobiça por bens terrenos”) (§20), e grande parte do §21, que convém destacar aqui (e sobre o qual os jesuítas e pró-jesuítas guardam absoluto silêncio). O leitor deve percorrer com máxima atenção estes textos.
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[4] Na tradição espiritual da Igreja, a série ascendente composta por lectio , cogitatio , studium , meditatio e contemplatio representa os degraus de uma itinerário de interiorização e elevação da alma a Deus. Essa estrutura organiza a dinâmica da vida espiritual através da lectio divina e do cultivo da inteligência contemplativa, integrando o estudo, a reflexão e o culto. Os degraus da série ascendente: 1. Lectio (Leitura) :Ponto de partida e colheita dos testemunhos. Consiste na leitura atenta e pausada das Sagradas Escrituras, dos escritos dos Santos Padres e do Magistério. Ela fornece a matéria-prima (o alimento espiritual) para a mente e o coração. Não se trata de uma leitura superficial ou meramente informativa, mas do recolhimento interior dos textos sacros. 2. Cogitatio (Pensamento/Consideração) :Acautelamento e agrupamento inicial das idéias recolhidas durante a leitura. É o primeiro movimento reflexivo do intelecto ao entrar em contato com os dados da fé, organizando a atenção da mente para que ela não se disperse, e preparando-a para aprofundar o texto. 3. Studium (Estudo/Aplicação) :Esforço aplicado e busca contínua de compreensão. Envolve o empenho da inteligência, auxiliado pelo conhecimento dos Padres e Doutores da Igreja, para assimilar as verdades lidas de forma mais consciente e profunda. 4. Meditatio (Meditação) :Ato promotor e dinâmico da interiorização. A inteligência e o coração “ruminam” a palavra lida e estudada. Na tradição medieval, a meditatio não é um exercício puramente psicológico ou imaginativo, mas o processo pelo qual a verdade penetra na alma, buscando-se a transformação interior, a mesmidade (a conformação do homem com o mistério de Deus no culto e na vida). 5. Contemplatio (Contemplação) :Ápice do itinerário espiritual, o estado de união, repouso e visão mística em Deus. A alma supera a atividade puramente discursiva e intelectiva para entrar na exaltação laudatória, na fruição amorosa do próprio mistério divino. É entendida como uma antecipação da vida celeste e da visão beatífica. Características fundamentais da espiritualidade tradicional: 1. Radicação no culto e na liturgia : Na espiritualidade tradicional, esse itinerário não ocorre no isolamento subjetivo de um indivíduo com Deus “aqui e agora”, mas está intrinsecamente ligado às ações sacras da Igreja. 2. Dependência da Parádosis (Tradição) : O progresso espiritual
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[4] Na tradição espiritual da Igreja, a série ascendente composta por lectio , cogitatio , studium , meditatio e contemplatio representa os degraus de uma itinerário de interiorização e elevação da alma a Deus. Essa estrutura organiza a dinâmica da vida espiritual através da lectio divina e do cultivo da inteligência contemplativa, integrando o estudo, a reflexão e o culto. Os degraus da série ascendente: 1. Lectio (Leitura) : Ponto de partida e colheita dos testemunhos. Consiste na leitura atenta e pausada das Sagradas Escrituras, dos escritos dos Santos Padres e do Magistério. Ela fornece a matéria-prima (o alimento espiritual) para a mente e o coração. Não se trata de uma leitura superficial ou meramente informativa, mas do recolhimento interior dos textos sacros. 2. Cogitatio (Pensamento/Consideração) : Acautelamento e agrupamento inicial das idéias recolhidas durante a leitura. É o primeiro movimento reflexivo do intelecto ao entrar em contato com os dados da fé, organizando a atenção da mente para que ela não se disperse, e preparando-a para aprofundar o texto. 3. Studium (Estudo/Aplicação) : Esforço aplicado e busca contínua de compreensão. Envolve o empenho da inteligência, auxiliado pelo conhecimento dos Padres e Doutores da Igreja, para assimilar as verdades lidas de forma mais consciente e profunda. 4. Meditatio (Meditação) : Ato promotor e dinâmico da interiorização. A inteligência e o coração “ruminam” a palavra lida e estudada. Na tradição medieval, a meditatio não é um exercício puramente psicológico ou imaginativo, mas o processo pelo qual a verdade penetra na alma, buscando-se a transformação interior, a mesmidade (a conformação do homem com o mistério de Deus no culto e na vida). 5. Contemplatio (Contemplação) : Ápice do itinerário espiritual, o estado de união, repouso e visão mística em Deus. A alma supera a atividade puramente discursiva e intelectiva para entrar na exaltação laudatória, na fruição amorosa do próprio mistério divino. É entendida como uma antecipação da vida celeste e da visão beatífica. Características fundamentais da espiritualidade tradicional: 1. Radicação no culto e na liturgia : Na espiritualidade tradicional, esse itinerário não ocorre no isolamento subjetivo de um indivíduo com Deus “aqui e agora”, mas está intrinsecamente ligado às ações sacras da Igreja. 2. Dependência da Parádosis (Tradição) : O progresso espir
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[8] De fato, em certos ambientes do mundo protestante ainda se conservou algum apreço e zelo pelo canto congregacional, bem como a consciência do papel pedagógico da música sacra. É simplesmente bizarro que uma celebração evangélica contendo coral sinfônico traga algo de mais belo do que essas odientas “missas” modernistas regradas a violão e voz desafinados — aquilo que um jesuíta, não sem ironia, chamaria de “inculturação”. (Nota d’O Recolhedor).

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[8] De fato, em certos ambientes do mundo protestante ainda se conservou algum apreço e zelo pelo canto congregacional, bem como a consciência do papel pedagógico da música sacra. É simplesmente bizarro que uma celebração evangélica contendo coral sinfônico traga algo de mais belo do que essas odientas “missas” modernistas regradas a violão e voz desafinados — aquilo que, não sem ironia, um jesuíta chamaria de “inculturação”. (Nota d’O Recolhedor).
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Memorial a Clemente XI
Clemente XIV e a supressão da Companhia de Jesus
Tradição na perspectiva trinitária e teândrica
Quando a Europa era fascista
Prefácio do Padre Olivier Rioult ao livro “Serviam: A Ideologia Política de Adrien Arcand”

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Sedevacantismo: como explicar à Dona Maria?
Ressonâncias hiperbóreas
Non multo post
Mousiké paideia
A Igreja e a Apostasia: considerações sobre a obra do Padre Olivier Rioult e comentários sobre a derrocada de José Henrique Naegele
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agosto 2026 (5)

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agosto 2026 (18)
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Brasil (14)

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Brasil (16)
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Educação (1)

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Educação (3)
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Filosofia (3)
Igreja (387)

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Filosofia (5)
Igreja (399)
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Modernidade (22)

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Modernidade (28)
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Psicologia social (2)
Questão Judaica (150)

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Psicologia social (3)
Questão Judaica (151)
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Atrocidades contra os alemães (7)
Brasil (16)
Carlos A. Disandro (20)
Companhia de Jesus (15)
Comunismo (8)
Concílio Vaticano II (36)

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Brasil (18)
Carlos A. Disandro (23)
Companhia de Jesus (17)
Comunismo (9)
Concílio Vaticano II (42)
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Dom Richard Williamson (8)

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Dom Richard Williamson (9)
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Espiritualidade (14)

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Espiritualidade (16)
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FSSPX (21)

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FSSPX (26)
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Igreja (379)

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Igreja (391)
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Liturgia (15)

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Liturgia (18)
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Modernidade (14)
Modernismo (7)
Mons. Marcel Lefebvre (17)

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Modernidade (17)
Modernismo (15)
Mons. Marcel Lefebvre (22)
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Padre Anthony Cekada (18)

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Padre Anthony Cekada (23)
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Padre Olivier Rioult (11)

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Padre Olivier Rioult (14)
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Papa Paulo IV (9)

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Papa Paulo IV (10)
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Papa Pio XII (9)
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Questão Judaica (158)
Santo Tomás de Aquino (16)
Sedevacantismo (70)

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Questão Judaica (159)
Santo Tomás de Aquino (18)
Sedevacantismo (76)
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Teologia Moral (9)

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Teologia Moral (10)
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