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Resposta crítica a “Usura e Juros: Corrigindo Erros Modernos” - O Recolhedor
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このページは、リオニン研究所による「ウスラと利子:現代の誤りの修正」という記事への詳細な反論を提供しています。著者は、バチカンのバルト14世の教皇による教令「ビックス・ペルヴェニット」の誤った解釈や、貸付契約の理解不足を指摘し、ウスラの概念が貸付契約に厳密に起因することを主張しています。著者は、ウスラの禁止を他の契約や利子に拡大しようとする試みを批判し、リスク移転と所有権の主張の違いが重要であると論じます。また、現代の経済におけるウスラ的な慣行に対する政治的代替案として、国家が債務不履行に基づく法的措置を執行しないことを提案しています。
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このページは、レオニーネ研究所の「ウスラと利子:現代の誤りの修正」という記事に対する詳細な批判を行っている。著者は、教皇ベネディクトゥス14世の回勅『ヴィックス・ペルヴェニット』の誤った解釈と借入契約の理解不足を指摘し、ウスラが厳密に借入契約から生じると主張している。また、他の契約や利子へのウスラの拡大解釈を批判し、リスクの移転と所有権の主張に基づく重要な区別を論じている。最終的に、著者は現代のウスラ的経済に対するシンプルな政治的代替案として、国家による不履行に対する法的行動の拒否を提唱している。
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“Mas isto deve ser diligentemente levado em consideração, que alguém se persuadiria falsamente e certamente de forma precipitada de que sempre se encontra e está em toda parte presente, ou alguns títulos legítimos juntamente com um empréstimo, ou, até mesmo excluindo um empréstimo, outros contratos justos, com a ajuda dos quais títulos ou contratos, é permitido, tantas vezes quanto dinheiro, grãos, ou algo desse tipo é emprestado a outro, receber exatamente tantas vezes um aumento moderado além do principal inteiro e são. E assim, se alguém pensa desta maneira, estará sem qualquer dúvida em oposição não só às Escrituras divinas e ao julgamento da Igreja Católica sobre a usura, mas até mesmo ao próprio senso comum humano e à razão natural. Pois, isso pelo menos não pode escapar a ninguém, que em muitos casos um homem é obrigado a socorrer outro com um ato puro e simples de emprestar, especialmente quando Cristo, o Senhor, ensina: ‘A quem quiser que te peça emprestado, não voltes as costas’ (Mt 5,42); e que, similarmente, em muitas circunstâncias, além do próprio empréstimo, não pode haver lugar para nenhum outro contrato justo e verdadeiro. Quem, portanto, estiver disposto a consultar sua consciência, deve primeiro indagar se, com um empréstimo, há verdadeiramente algum outro título justo, ou, à parte de um empréstimo, há um contrato justo, em razão do qual o lucro que ele busca possa ser devolvido imune e livre de toda culpa.” [6] A partir disso, eles concluem que Bento XIV estaria expandindo o sentido de usura para incluir outros contratos não nomeados que recebem “aumento moderado”. Há alguns problemas com esse tipo de interpretação.
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“Mas isto deve ser diligentemente levado em consideração, que alguém se persuadiria falsamente e certamente de forma precipitada de que sempre se encontra e está em toda parte presente, ou alguns títulos legítimos juntamente com um empréstimo, ou, até mesmo excluindo um empréstimo, outros contratos justos, com a ajuda dos quais títulos ou contratos, é permitido, tantas vezes quanto dinheiro, grãos, ou algo desse tipo é emprestado a outro, receber exatamente tantas vezes um acréscimo moderado além do principal inteiro e são. E assim, se alguém pensa desta maneira, estará sem qualquer dúvida em oposição não só às Escrituras divinas e ao julgamento da Igreja Católica sobre a usura, mas até mesmo ao próprio senso comum humano e à razão natural. Pois, isso pelo menos não pode escapar a ninguém, que em muitos casos um homem é obrigado a socorrer outro com um ato puro e simples de emprestar, especialmente quando Cristo, o Senhor, ensina: ‘A quem quiser que te peça emprestado, não voltes as costas’ (Mt 5,42); e que, similarmente, em muitas circunstâncias, além do próprio empréstimo, não pode haver lugar para nenhum outro contrato justo e verdadeiro. Quem, portanto, estiver disposto a consultar sua consciência, deve primeiro indagar se, com um empréstimo, há verdadeiramente algum outro título justo, ou, à parte de um empréstimo, há um contrato justo, em razão do qual o lucro que ele busca possa ser devolvido imune e livre de toda culpa.” [6] A partir disso, eles concluem que Bento XIV estaria expandindo o sentido de usura para incluir outros contratos não nomeados que recebem um “acréscimo moderado”. Há alguns problemas com esse tipo de interpretação.
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Além disso, embora eu adie a referência de Bento XIV a “títulos” para mais tarde em nossa discussão, ele menciona outros contratos. Historicamente, isso pode ser entendido como os vários contratos que eram empregados para ocultar a usura. Visto que o artigo não os discute, apenas os menciono aqui. Havia a troca “seca” ou fictícia, [8] o contrato triplo [9] e o census pessoal, [10] os quais foram condenados por vários atos papais como usurários. A maneira como os escolásticos da época os examinavam era ver se um contrato de mútuo estava virtual ou implicitamente presente. [11] Assim, embora esses contratos não fossem mútuo no nome, eles, no entanto, incluíam contratos de mútuo que tornavam usurários os lucros. Muitos desses eram populares entre os leigos e promovidos por teólogos, contra o ensinamento dos papas. [12] Esses seriam tais contratos que, em aparência, eram justos pelo nome, mas eram frequentemente usados para ocultar a usura — e parece que Bento XIV estava advertindo acerca disso.
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Além disso, embora eu adie a referência de Bento XIV a “títulos” para mais tarde em nossa discussão, ele menciona outros contratos. Historicamente, isso pode ser entendido como os vários contratos que eram empregados para ocultar a usura. Visto que o artigo não os discute, apenas os menciono aqui. Havia o câmbio “seco” ou fictício, [8] o contrato triplo [9] e o censo pessoal, [10] os quais foram condenados por vários atos papais como usurários. A maneira como os escolásticos da época os examinavam era ver se um contrato de mútuo estava virtual ou implicitamente presente. [11] Assim, embora esses contratos não fossem mútuo no nome, eles, no entanto, incluíam contratos de mútuo que tornavam usurários os lucros. Muitos desses eram populares entre os leigos e promovidos por teólogos, contra o ensinamento dos papas. [12] Esses seriam tais contratos que, em aparência, eram justos pelo nome, mas eram frequentemente usados para ocultar a usura — e parece que Bento XIV estava advertindo acerca disso.
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No que se segue, o artigo geralmente aceita a pesquisa e a autoridade de Brian McCall. [15] Ele discute os títulos mencionados, exceto periculum sortis . Comecemos considerando o poena conventalis . Esse título era uma espécie de taxa cobrada como resultado do atraso no pagamento. Era acordado no momento da realização do empréstimo. Historicamente, era amplamente aceito [16] , e Santo Tomás admitiu que algum pagamento acima do principal era lícito nesse caso (cf. De malo , q. 13, a. 4, ad. 14 ). Além disso, Santo Tomás observa na Suma Teológica que um credor pode cobrar mais com base nos lucros virtuais que ele deixou de obter devido ao atraso no pagamento. [17] Visto que esse título era tão amplamente aceito, ele também era frequentemente usado como uma maneira de ocultar a usura: o usurário e o mutuário pactuavam um mútuo tendo essa potencial taxa, com o acordo tácito de que o mutuário pagaria intencionalmente atrasado para que o usurário pudesse ocultar sua perversidade.
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No que se segue, o artigo geralmente aceita a pesquisa e a autoridade de Brian McCall. [15] Ele discute os títulos mencionados, exceto periculum sortis . Comecemos considerando o poena conventalis . Esse título era uma espécie de taxa cobrada como resultado do atraso no pagamento. Era acordado no momento da realização do empréstimo. Historicamente, era amplamente aceito [16] , e Santo Tomás admitiu que algum pagamento acima do principal era lícito nesse caso (cf. De malo , q. 13, a. 4, ad. 14 ). Além disso, Santo Tomás observa na Suma Teológica que um credor pode cobrar mais com base nos lucros virtuais que ele deixou de obter devido ao atraso no pagamento. [17] Visto que esse título era tão amplamente aceito, ele também era frequentemente usado como uma maneira de ocultar a usura: o usurário e o mutuário pactuavam um mútuo tendo essa potencial taxa, com o acordo tácito de que o mutuário pagaria intencionalmente atrasado para que o usurário pudesse ocultar sua perversidade.
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Passemos ao segundo contrato chamado no artigo de “anuidade”. [28] A discussão do artigo se concentra principalmente no moderno contrato de seguro, mas o que eles estão se referindo (dado o artigo de McCall) é o contrato medieval de census , às vezes traduzido como “anuidade” ou “hipoteca”. Primeiro, discutirei o que é o census real e como ele não envolve participação acionária, e depois o contrato de anuidade moderno.
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Passemos ao segundo contrato chamado no artigo de “anuidade”. [28] A discussão do artigo se concentra principalmente no moderno contrato de seguro, mas o que eles estão se referindo (dado o artigo de McCall) é o contrato medieval de census (censo), às vezes traduzido como “anuidade” ou “hipoteca”. Primeiro, discutirei o que é o census real e como ele não envolve participação acionária, e depois o contrato de anuidade moderno.
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Isso é semelhante no caso de uma anuidade moderna. Certamente você tem direitos maiores do que numa conta poupança, mas não há uma pilha de dinheiro que você possua ou sobre a qual tenha algum direito. Quando você deposita dinheiro em sua conta, isso se torna um passivo da empresa, que eles cobrem com seus ativos. Esse dinheiro pode ser investido em ativos para ajudar a garantir a retorno que eles lhe prometem. Porém, é possível que, se a empresa falir, você não receba de volta todo o valor da sua conta.
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Isso é semelhante no caso de uma anuidade moderna. Certamente você tem direitos maiores do que numa conta poupança, mas não há uma pilha de dinheiro que você possua ou sobre a qual tenha algum direito. Quando você deposita dinheiro em sua conta, isso se torna um passivo da empresa, que eles cobrem com seus ativos. Esse dinheiro pode ser investido em ativos para ajudar a garantir o retorno que eles lhe prometem. Porém, é possível que, se a empresa falir, você não receba de volta todo o valor da sua conta.
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Tendo examinado os quatro contratos mencionados no artigo, passemos para uma seção posterior que tenta fazer uma distinção entre dívida corporativa moderna e equity (capital próprio). [35] Aqui, o artigo afirma que os lucros recebidos por um investidor são justificados porque ele compartilha o risco do negócio. Essa participação no risco é um indicativo de que a propriedade não passou completamente e que ele tem uma equity stake (participação acionária) no negócio. Se o negócio não produzir lucros, o investidor não recebe nada. Isso visa a distinguir um corporate bond (título corporativo) em que os cupons devem ser pagos antes que os lucros dos investidores sejam considerados e o detentor do título esteja em primeiro lugar no caso de liquidação do negócio. Consequentemente, parece que os pagamentos de cupons do detentor do título não são justificados porque ele não compartilha o risco do negócio.
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Tendo examinado os quatro contratos mencionados no artigo, passemos para uma seção posterior que tenta fazer uma distinção entre dívida corporativa moderna e equity (capital próprio). [35] Aqui, o artigo afirma que os lucros recebidos por um investidor são justificados porque ele compartilha o risco do negócio. Essa participação no risco é um indicativo de que a propriedade não passou completamente e que ele tem uma equity stake (participação acionária) no negócio. Se o negócio não produz lucros, o investidor não recebe nada. Isso visa a distinguir um corporate bond (título corporativo) em que os cupons devem ser pagos antes que os lucros dos investidores sejam considerados e o detentor do título esteja em primeiro lugar no caso de liquidação do negócio. Consequentemente, parece que os pagamentos de cupons do detentor do título não são justificados porque ele não compartilha o risco do negócio.
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Outra consideração é a realidade da preferred stock (ação preferencial). Esse tipo de ação é claramente uma equity claim (reivindicação de capital próprio) na empresa, mas possui características similares às dos títulos. As ações preferenciais têm direito a pagamentos regulares de dividendos provenientes dos lucros do negócio e, se estes não forem pagos em um determinado período, as ações preferenciais estão em primeiro lugar para receber o pagamento antes dos common stockholders (acionistas ordinários). Ademais, elas também possuem prioridade nos direitos de liquidação em relação às ações ordinárias. Esses títulos compartilham menos o risco do negócio do que as ações ordinárias, mas mais do que os títulos acima. Em última análise, cada um desses títulos compartilha em graus variados o risco do negócio como resultado de seus variados direitos de propriedade sobre o negócio. Assim, a distinção entre ações e títulos é de grau, e não de natureza.
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Outra consideração é a realidade da preferred stock (ação preferencial). Esse tipo de ação é claramente uma equity claim (reivindicação de capital próprio) na empresa, mas possui características similares às dos títulos. As ações preferenciais têm direito a pagamentos regulares de dividendos provenientes dos lucros do negócio e, se estes não forem pagos em um determinado período, as ações preferenciais estão em primeiro lugar para receber o pagamento antes dos common stockholders (acionistas ordinários). Ademais, elas também possuem prioridade nos direitos de liquidação em relação às ações ordinárias. Esses títulos compartilham menos o risco do negócio do que as ações ordinárias, porém mais do que os títulos acima. Em última análise, cada um desses títulos compartilha em graus variados o risco do negócio como resultado de seus variados direitos de propriedade sobre o negócio. Assim, a distinção entre ações e títulos é de grau, e não de natureza.
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“Católicos Alerta”: arquivos recuperados do maior site católico reacionário da Argentina Sefer ha-Zikuk (“O Livro da Expurgação”) “Maurice Pinay” e “Call Me Jorge”: sites recuperados Contra Mastrofini O enigma de Montini
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Cum frequenter Por que Fulton Sheen não é santo De onde vem o dinheiro? O que os bancos fazem? Inter caetera (Calisto III) Romanus Pontifex (Nicolau V)
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maio 2026 (4)
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junho 2026 (2) maio 2026 (19)
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Inquisição (9)
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Julio Fleichman (6) Liturgia (11)
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